Fazenda onde nasceu o blogueiro. Foto Luis Fernando Gomes

Fazenda onde nasceu o blogueiro. Foto Luis Fernando Gomes
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Oi, você! - Poema para o primeiro mês do Blog

Hoje, o blog está fazendo 1 mês. Não é ele que receberá os parabéns. Mas os leitores que se fizeram presentes. Foram 181 acessos em um mês. Do Brasil, evidentemente, e de algumas surpresas: Canadá, Estados Unidos, Inglaterra e Bélgica. Fico muito contente. Envio-lhes uma mensagem especial, reafirmando a minha grande alegria ao escrever aqui e postar comentários.

Oi, você.
Que trabalhou,
Batalhou,
Labutou e
Que está cansado.
Você que
Descansou,
Leu,
escreveu,
chorou,
riu,
se divertiu.

Se tudo o que queria
Agora
Era um cafezinho
Quentinho
Ou uma carícia
Um bilhetinho
De quem você gosta

Se seus olhos estão secos,
Mas queria chorar.
Se queria um abraço,
Macio ou forte
(não importa)

Se doem seus pés
Pela longa jornada
Se você deseja
Um sofá ou divã (de analista)

Oi, você.
Tomemos posse, você e eu,
de nossa vida
(a única coisa que nos pertence de verdade))
com mais ânimo
e disposição.

Somos todos especiais.
Temos talentos
Sensibilidade
Sabemos sorrir
(ainda que nem sempre o façamos)
Temos dons
Driblamos os obstáculos
(às vezes, eles nos driblam,
Fazer o quê?)
Merecemos carinho
Atenção
Cuidados.

Oi, você,
Que a cada dia
Que desperta
É motivo de festa
De comemoração.
Ainda que doa o coração
de vez em quando.

Hoje, trago-lhe
O meu afeto,
Meu carinho.
Saiba como
Fico feliz
Se você lê o que escrevi,
Se passa seus olhos
Pelos meus escritos,
Neste nosso encontro virtual.
Oi, você.






segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Zenóbia, a Benzedeira

Quem viveu nos anos cinquenta conhece bem as famosas Seleções de Readers´ Digest. Uma revista em forma de livro, de origem americana, e que continha informações, reportagens, resumo de livros e muitos textos curiosos. Quando torci o pé no Seminário Menor de Juiz de Fora em 1959, fiquei de molho na enfermaria por uns 4 dias. Para passar o tempo, mergulhei na leitura de Seleções antigas e me deparei com a seção: "Meu Tipo Inesquecível". Décadas e décadas depois, o Professor Rosalvo, no curso de português, pediu para que escrevêssemos sobre nosso tipo inesquecível. E me lembrei de Zenóbia. Eis a historinha.



MEU TIPO INESQUECÍVEL


Mário Cleber da Silva.


                 Sua fama corria solta, de boca em boca, e já atravessara as estreitas fronteiras do Turvo do Rio Grande e atingira as bucólicas cidades da vizinhança, como Bom Jardim, Aiuruoca, Liberdade e Carrancas. Quem não ouvira falar de suas curas quase miraculosas, da noite para o dia, ou do dia para a noite, ou até não  utilizara seus préstimos? Não só a fama, mas o temor, terror. Quem não teria medo daquele profissional?... Profissional? Não seria melhor chamar essa criatura de ..., de...,ah, como ainda temo em dar-lhe o nome corrente no início da década de 50, do século passado, quando eu, de calças curtas e óculos grossos, fazia minhas  travessuras de meninice.
             E foi por causa de uma dessas travessuras que eu ira enfrentar suas habilidades. Digo “enfrentar”, porque se exigia coragem para submeter a seus tratamentos. Eu caíra desajeitadamente sobre a perna e não teve outro diagnóstico. Quebrou. E como doía. Eu chorava. E foi quando ouvi minha mãe falar o nome daquela criatura. “Ah, não, por favor, não”, apelava eu com lágrimas e pavor nos olhos. Mas quem, senão aquele ser estranho, competente no que fazia, mas cujas técnicas e métodos eram assustadores?
               Médicos, não havia. E mesmo sem telefone, a notícia se espalhara e num piscar de olhos, mesmo de olhos infantis marejados, eis que assome à porta a figura tão temida, já pronta para o trabalho. Silêncio total, sepulcral?, só quebrado pelos soluços que eu emitia cada vez mais intensos e a intervalos cada vez menores. E aqueles olhos negros me olharam. Quase me paralisaram. Mas, curiosamente, notei uma ternura, uma meiguice, desconhecida para todos e principalmente para mim que nunca os encarara. Aproximou-se vagarosa e decididamente de meu corpo e massageando levemente minha perna dolorida começou a cantar, numa voz, incrivelmente terna, “nesta rua, nesta rua, mora um anjo, que roubou, que roubou meu coração”. Será que ia roubar meu coração? Era essa o preço do tratamento? Oh, deus, prometo rezar dez ave-marias e cinco pais-nossos (pai nosso é menos porque demora mais) se...
             Não deu tempo. Massageando com suas mãos delicadas, tirou uma desconhecida cruz de suas roupas e, levantando a voz aproximou-a de meu rosto, começou a pronunciar essas palavras que foram as últimas que ouvi antes de desmaiar, de medo, de dor e talvez pelas massagens daquelas mãos divinas, mágicas ou seria de uma feiticeira?
“Sai, capeta, sai, deste corpo pequenino, deste pobre menino”...
                Era Zenóbia, a benzedeira de nossa cidade, curandeira, bruxa, feiticeira, ou médica sem curso superior, especialista em pernas quebradas, sobretudo de crianças levadas e que ficavam conhecendo o lado humano, sensível e amoroso de uma mulher linda, de cabelos e olhos negros, como a asa da graúna.

Comunicação.

Alguns leitores me perguntaram como postar um comentário em meu blog. Pesquisei e cheguei à seguinte conclusão.


COMO POSTAR UM COMENTÁRIO NO BLOG.


- clique em comentários.
- surgindo um retângulo, escreva dentro dele seus comentários
- clique em postar um comentário.
- vão pedir par que você crie um endereço Google
- Faça-o. Não vai custar nada.  É rápido.A partir daí, você poderá se comunicar mais diretamente comigo.

Tornar o blog bem iterativo, eis um bom motivo para postar os comentários.

sábado, 2 de outubro de 2010

Pequenas Histórias




Todo psicólogo que trabalha em treinamento nas Empresas sabe como são importantes pequenas historinhas para levar o grupo a discussões e mudanças comportamentais. São inúmeras, mas escolhi algumas para mostrar para vocês.

A primeira.

Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo.
Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. (Oh, que original!)
O gênio diz: - Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a
cada um de vocês!
- Eu primeiro, eu primeiro. ' - grita um dos funcionários - Eu quero estar
nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida '
... Pufff... e ele foi.
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido: - Eu quero estar no
Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!
Puff, e ele se foi.
- Agora você - diz o gênio para o gerente.
- Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço para
uma reunião!

Conclusão:
*
Deixe sempre o seu chefe falar primeiro*. O respeito à hierarquia é muito importante. Controlar a própria impulsividade, eis a chave do sucesso. Ou para um bom relacionamento com o chefe.

Segunda

Na África, todas as manhãs, o veado acorda sabendo que deverá conseguir
correr mais rápido do que o leão se quiser se manter vivo. Todas as manhãs, o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veado se não quiser morrer de fome.


Conclusão:
*
Não faz diferença se você é veado ou leão, quando o Sol nascer, você tem que começar a correr.* Todos temos que lutar para sobreviver.

Terceira

Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada.

Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: - Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?
O corvo responde: - Claro, porque não?
O coelho senta-se no chão embaixo da árvore e relaxa.
De repente, uma raposa aparece e come o coelho.

Conclusão:
*
Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.



quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Uma Idéia Interessante.


Não nascemos com manual de proprietário, de como vivermos. Nossa cultura tem enfatizado a forma de como lidar com crianças e adolescentes. Um novo grupo tem aparecido nestes últimos tempos: os velhos, os idosos eufemisticamente chamados de terceira idade, nestes tempos de politicamente correto. Nós – estou incluído no grupo, felizmente – não sabemos muitas vezes como agir neste mundo. Poucos chegavam aos 60 anos no passado. Hoje somos milhões e seremos mais, muito mais nestes próximos anos. Mas, então como lidar conosco mesmos, com nossos parentes, amigos e conhecidos? Que tal vermos algumas dicas, algumas idéias, ou – quem sabe, mandamentos para os velhos. É possível que muitos dos que me acompanham não estejam nesta fase da vida. Mas conhecem velhos e velhas. Li este texto e gostei. Tirem uma cópia e passem para eles. Eles viverão melhor e, sobretudo, quem vive perto deles terá menos ansiedade e menos carga negativa.



OS DEZ MANDAMENTOS DA TERCEIRA IDADE
1)      Não se aposente da vida para se tornar a praga da família. A vida é atividade e o verdadeiro elixir da vida é o dinamismo. Não despreze as ocupações enquanto tiver energia para as lutas cotidianas. Se não tiver nada para fazer vá passear no shopping, jogar baralho na praça... Qualquer coisa, menos aporrinhar os outros!
2)      Seja independente e preserve sua liberdade, mesmo que seja dentro de um quartinho. Quem renuncia ao próprio lar anda na pontinha dos pés para evitar atritos com genros, noras, netos e outros parentes. Se possível more num flat... Já vi o preço: nas capitais fica cerca de 2 mil e 500 reais por mês ( o casal )- viúvo é mais barato- em alguns bairros tem TV a cabo, internet, piscina, sauna, lavanderia, café da manhã servido na mesa, salão de jogos, sala para ver TV com outros moradores- tudo incluído no preço... Você não paga água, luz, internet... E tem bastante gente para conversar, fazer novas amizades. Melhor usar suas economias para ter um final de vida feliz!!!! Não economize no item “moradia”... A próxima vai ser a última e definitiva! Aproveite a penúltima com tudo a que tem direito!!! Um antigo humorista dizia que não queria ser o defunto mais rico do cemitério.
3)      Mantenha o governo de sua própria bolsa. Ajude financeiramente os seus filhos na medida de suas posses; reserve uma parte para emergências. Tenha o melhor plano de saúde que puder pagar.
4)      Cultive a arte da amizade como uma planta rara cercando os familiares e AMIGOS de cuidados especiais como se fossem flores. Se sua memória estiver falhando, anote numa agenda sentimental as datas mais importantes de suas vidas e compartilhe com eles a alegria de estar presente. Como você é um velho do século XXI, aprenda a mexer com a Internet. Programe todos os aniversários em seu email... Ele informará você com antecedência... Você nunca esquecerá nada! Ou use a agenda tradicional, de folhas de papel. Você usará os dedos para passar as folhas. Já é um exercício
5)      Cuide de sua aparência e seja o mais atraente possível.   Não seja daqueles velhos relaxados que exibem caspa na gola das camisas (ou paletós. Idosos adoram paletós) e manchas de gordura na roupa, que revelam o cardápio da semana. Nunca despreze o uso da água e sabão. Vá ao salão de beleza uma vez por mês, pelo menos. A moça vai fazer sua unha, seu pé, cabelo e barba... Não tem preço ficar com ela te agradando por uma gorjeta!   SE VISTA COMO UM LORD!!!!!!!! NADA DAQUELAS BERMUDAS XEXELENTAS, ROUPAS VELHAS DESCORADAS E PUIDAS, MOLETONS E SAPATOS DE VELHO!
6)      Seja cordial com seus vizinhos. Evite implicar com os latidos dos cães, os miados dos gatos, o lixo fedorento na calçada ou o volume do rádio. O bom vizinho é sempre um tesouro, especialmente se os parentes morarem longe. SEJA ESPERTO. USE UM MP3 E OUÇA MÚSICAS COM FONES DE OUVIDO, PARA SE LIVRAR DOS BARULHOS QUE O INCOMODAM. UM FRANK SINATRA, JOBIM, NAT KING COLE... ACALMARÃO VOCÊ E O FARÃO LEMBRAR-SE DOS BONS TEMPOS... SEM SAUDOSISMO... SE ESTIVER DEPRESSIVO ATAQUE DE ELVIS, BEATLES, CREEDENCE, ROLING STONES... TUDO DO NOSSO TEMPO!!!!
7)      Cuidado com o nariz. E não se intrometa na vida dos filhos adultos. Eles são seres com cérebro, coração, vontade e contam com muitos anos para cometerem seus próprios erros.  FECHE A MATRACA! Gostamos tanto de dar palpites.
8)      Fuja do vício mais comum na velhice que é a “PRESUNÇÃO”. A longa vida pode não ter-lhe trazido a sabedoria. Há muitos que chegam ao fim da jornada tão ignorantes quanto no início dela. FAÇA DE CONTA QUE VOCÊ NUNCA VIVEU NADA! EXPERIÊNCIA NÃO SE PASSA! FIQUE SÓ OBSERVANDO OS ERROS E NÃO SE META, A MENOS QUE ALGUÉM TE PEÇA A OPINIÃO... RESISTA À VONTADE DE DÁ-LA. TUDO QUE É DE GRAÇA, NÃO TEM VALOR !       Deixe que a “humildade” seja sua marca mais forte!
9)       Os cabelos brancos não te dão o direito de ser ranzinza e inconveniente. Lembre-se que toda paciência tem limite e que não há nada mais desagradável do que alguém desejar a sua morte. Aprenda a jogar xadrez, usar o MSN, o ORKUT... Ocupe sua mente com outras coisas. NÃO ENCHA O SACO DOS OUTROS.
10)  Não seja repetitivo, contando a mesma história três, quatro, cinco vezes. Quem olha só para o passado, tropeça no presente e não vê a passagem para o futuro.  FIQUE DE BOCA FECHADA E SERÁ UM SÁBIO!  LEMBRE-SE QUE VOCÊ TEM DOIS OUVIDOS E UMA BOCA SÓ : portanto, procure falar menos e ouvir mais.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Texto para ler e refletir

Há escritoras e escritores que são marcantes na vida da gente. Pessoalmente, Octávio de Faria, Manuel Bandeira e Drumond me impactaram fortemente. Entre os mais modernos,Luiz Fernando VeríssimoLispector e Marina Colasanti. Passo para leitura dos que me acompanham este texto-libelo. Doloroso, diga-se, de passagem.

“Eu sei, mas não devia”
Marina Colasanti ( 1972)

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Pensamentos.

Gostei muito do livro do psiquiatra americano de origem judaica Irvin Yalom, "Quando Nietzsche chorou". O autor já se tinha revelado grande escritor ao publicar, decadas atrás, um alentado livro sobre Psicologia Existencial. Grande leitor, uma cultura extraordinária e bom escritor, ele tem conseguido muitos fãs e leitores pelo mundo afora. Existe um filme sobre o livro, em DVD. Vale ver depois de ler o livro. Pincei algumas frases do livro sobre Nietzsche e as coloco agora em meu blog. A primeira frase, em latim, é reveladora de como as pessoas antigamente tinham mais cultura. Também, não tendo televisão, internet, eles se ocupavam com leituras clássicas. "Primum non nocere", poderia ser: Primeira coisa: não fazer mal a ninguém). Tenham uma boa leitura e uma boa reflexão.

Nietzscheanas


PRIMUM NON NOCERE

Torna-te o que tu és.

TUDO O QUE NÃO ME MATA ME FORTALECE

Morra no momento certo

AMA TEU DESTINO

VIVER COM SEGURANÇA É PERIGOSO

DEUS, O ERRO FINAL NA FALSA BUSCA DE UMA VERDADE DERRADEIRA.


EXPOR-SE A UM OUTRO É O PRELÚDIO DA TRAIÇÃO


AMA-SE O DESEJO, NÃO O DESEJADO

O DESESPERO É O PREÇO PAGO PELA AUTOCONSCIÊNCIA


GRANDE PAIXÃO É NECESSÁRIA PARA DERROTAR A PAIXÃO


QUEM NÃO OBEDECE A SI MESMO É REGIDO POR OUTROS


O ESPÍRITO DE UM HOMEM SE CONSTRÓI A PARTIR DE SUAS ESCOLHAS.